NO DIA 15 DE MAIO DE 2015, AS PREOCUPAÇÕES DE UM GRUPO DE CIENTISTAS LEVAM À ENTREGA DE UMA APELAÇÃO ÀS NAÇÕES UNIDAS E ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE

Assinam o Apelo 190 cientistas de 36 países:

Alemanha 6, Armênia 1, Austrália 7, Áustria 4, Bahrain 1, Bélgica 1, Brasil 7, Canadá 8, Cazaquistão 1, China 12, Coreia do Sul 15, Croácia 1, Egito 4, Espanha 6, Finlândia 4, França 2, Geórgia 1, Grécia 5, Islândia 1, Índia 6, Irã 7, Israel 3, Itália 17, Japão 2, Nova Zelândia 1, Nigéria 1, Omã 1, Polônia 2, Reino Unido 7, Rússia 3, Sérvia 3, Rep. Eslovaca 1, Suécia 6, Suíça 1, Turquia 14, USA 28.

Nota: Ninguém assinou a petição por Portugal

Assinaram a Petição pelo Brasil:

Vânia Araújo Condessa, MSc., Engenheira Eletrotécnica, Belo Horizonte, Brasil

Prof. Dr. João Eduardo de Araújo, MD, Universidade de São Paulo, Brasil

Dr. Francisco de Assis Ferreira Tejo, D. Sc., Universidade Federal de Campina Grande, Paraíba, Brasil

Prof. Álvaro de Salles, Ph.D., Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil

Prof. Adilza Dode, Ph.D., MSc. , Ciências de Engenharia da Universidade Metodista de Minas, Brasil

Dr. Daiana Condessa Dode, MD, Universidade Federal de Medicina, Brasil

Michael Condessa Dode, Analista de Sistemas, MRE Engenharia Ltda, Belo Horizonte, Brasil

A PETIÇÃO:

Ao Honorável Sr. Ban Ki Moon, Secretário-Geral das Nações Unidas; À Honorável Dra. Margareth Chan,               Diretora-Geral da Organização Mundial da Saúde Aos Países Membros das Nações Unidas.

APELO INTERNACIONAL

Cientistas Clamam por Proteção contra a Exposição a Campos Eletromagnéticos Não Ionizantes

Nós somos cientistas engajados no estudo dos efeitos biológicos e sanitários dos campos eletromagnéticos (CEM) não ionizantes. Com base em pesquisas publicadas, com revisão paritária, nós manifestamos sérias preocupações a respeito da exposição, onipresente e crescente, à contaminação eletromagnética gerada por dispositivos elétricos e sem fios. Esses incluem, não apenas dispositivos emissores de radiação eletromagnética (REM) de radiofrequência  tais como celulares e telefones sem fio – juntamente com suas respectivas antenas –, Wi-Fi, antenas de radiodifusão e TV, contadores inteligentes, babás-eletrônicas, bem como dispositivos elétricos e respectivas infraestruturas usados no fornecimento e distribuição de energia elétrica que geram campos eletromagnéticos de frequências extremamente baixas.

Base científica para nossas preocupações comuns

Inúmeras pesquisas científicas recentes têm mostrado que os CEM afetam os seres vivos, em níveis bem inferiores aos constantes da maioria das diretrizes nacionais. Esses efeitos incluem o risco de câncer, estresse celular, aumento de radicais livres perniciosos, danos genéticos, mudanças estruturais e funcionais do sistema reprodutivo, défices de memória e aprendizado, distúrbios neurológicos e impactos negativos sobre o bem-estar geral dos seres humanos. Os danos ultrapassam a raça humana, segundo a crescente evidência de efeitos nocivos às vidas animal e vegetal.

Estes resultados justificam nossa apelação às Nações Unidas (ONU) e a todos os Países-Membros do mundo para incentivarem a Organização Mundial da Saúde (OMS) a exercer sua liderança, no sentido de fomentar a construção de diretrizes de exposição a CEM mais protetivas, estimulando medidas de precaução e informando ao público sobre os riscos à saúde, particularmente a das crianças e dos fetos em desenvolvimento.

Eximindo-se de agir, a OMS deixa de cumprir o seu papel proeminente de agência pública internacional de saúde.

Inadequadas diretrizes internacionais contra radiações não ionizantes

Diversas agências responsáveis pelo estabelecimento de padrões de segurança têm deixado de impor diretrizes com níveis suficientes para proteger o público em geral, particularmente as crianças que são mais vulneráveis aos seus efeitos. A Comissão Internacional de Proteção contra Campos Eletromagnéticos Não-Ionizantes (ICNIRP) estabeleceu, em 1988, suas “Diretrizes para Limitar a Exposição a Campos Elétricos, Magnéticos e Eletromagnéticos Variantes com o Tempo” [i]. Essas diretrizes foram acatadas pela OMS e por diversos países do mundo. A OMS tem pedido para que todas as nações adotem as diretrizes do ICNIRP, com o objetivo de estimular uma harmonização internacional dos padrões. Em 2009, o ICNIRP divulgou uma instrução reafirmando as suas diretrizes de 1988, pois, em sua opinião, a literatura científica publicada desde então “não forneceu evidência suficiente de quaisquer efeitos adversos, abaixo das restrições básicas e, assim, não há necessidade de uma imediata revisão de suas diretrizes sobre os limites de exposição a campos eletromagnéticos de altas frequências” [ii].  O ICNIRP continua, até agora, fazendo essas afirmações apesar da crescente evidência científica mostrando o oposto.

Em nossa opinião, como as diretrizes do ICNIRP não cobrem nem a exposição prolongada nem os efeitos de baixas intensidades, elas são insuficientes para proteger a saúde pública.

Em 2002 [iii], a OMS adotou a classificação da Agência Internacional de Pesquisa do Câncer (IARC) para os campos eletromagnéticos (CEM) e, em 2011[iv], para a radiação eletromagnética  de radiofrequências (REM). Essa classificação afirma que os CEM e REM são um possível carcinógeno para humanos (Grupo 2B).

Apesar dessas duas conclusões da IARC, a OMS continua insistindo que as evidências são insuficientes para justificar uma redução desses níveis de exposição quantitativos.

Como há controvérsia acerca de uma base lógica para o estabelecimento de padrões que possam evitar efeitos sobre a saúde, nós recomendamos que o Programa Ambiental das Nações Unidas (UNEP) convoque e financie um comitê multidisciplinar independente para explorar os prós e contras de alternativas às práticas atuais, capazes de diminuir, substancialmente, as exposições humanas aos campos de REM e CEM. As deliberações desse grupo devem ser conduzidas de uma maneira transparente e com imparcialidade. Embora seja essencial a participação e cooperação da indústria neste grupo, não se deve permitir que elas possam vir a influenciar os seus procedimentos e conclusões. Esse grupo deve encaminhar suas análises às ONU e à OMS, para orientar uma ação precaucionaria.

 Coletivamente, também requeremos que:

  1. Mulheres grávidas e crianças sejam protegidas;
  2. As diretrizes e os padrões sejam fortalecidos;
  3. Os fabricantes sejam estimulados a desenvolver tecnologias mais seguras;
  4. As concessionárias responsáveis pela geração, transmissão, distribuição e monitoramento da energia elétrica devem manter uma adequada qualidade da potência e assegurar uma fiação apropriada, de modo a minimizar correntes de aterramento em níveis nocivos;
  5. O público deve ser absolutamente informado acerca dos riscos potenciais da energia eletromagnética e de como adotar estratégias de diminuição dos danos;
  6. Os profissionais da saúde devem ser educados sobre os efeitos biológicos da energia eletromagnética e devidamente treinados a proporcionar tratamento a pacientes com sensibilidade eletromagnética;
  7. Os governos devem financiar o treinamento e a pesquisa sobre a relação entre campos eletromagnéticos e a saúde, independentemente da indústria e exigindo a cooperação de seus pesquisadores;
  8. Os meios de comunicação devem revelar quais as relações financeiras dos especialistas com as indústrias, ao divulgarem suas opiniões a respeito dos aspectos sanitários e de segurança das tecnologias emissoras de CEM e REM;
  9. Estabelecer zonas brancas (áreas sem radiação).

Proposta de data para submeter o Apelo: 15 de maio 2015.

[i]   http://www.icnirp.org/cms/upload/publications/ICNIRPemfgdl.pdf

[ii]  http://www.icnirp.org/cms/upload/publications/ICNIRPStatementEMF.pdf

[iii]  http://monographs.iarc.fr/ENG/Monographs/vol80/

[iv]  http://monographs.iarc.fr/ENG/Monographs/vol102/

Um café que bloqueia os sinais wireless. Assim, você fica incomunicável e não é tentado a usar seu celular.

Quando você entra no Faraday Café em Vancouver, no Canadá, é como entrar em um buraco negro. Você fica inacessível.

O café é o primeiro no mundo a bloquear ativamente sinais de comunicações sem fios, por isso, é impossível fazer ou receber uma chamada, uma mensagem ou verificar o seu e-mail. Em vez disso, o criador do café pretende estimular você a falar com os amigos ou mesmo trocar uma ideia com um estranho ao seu lado.

“Eu acho que a proliferação de tecnologias digitais como smartphones, tablets e laptops aconteceu tão rápido que realmente esquecemo-nos de criar uma política sobre a etiqueta ou a ética em torno de seu uso “, diz o artista Julien Thomas.

Thomas idealizou o café em um projeto de arte conjunto com arquitetos da Hughes Condon Marler.

O projeto usa uma envolvente metálica que cria uma gaiola de Faraday para bloquear os sinais de radiofrequência, e os arquitetos trabalharam para fazer dessa gaiola um espaço acolhedor. “O material é realmente muito versátil”, diz Thomas. “Reflete luz e sombra. Acho que há muita coisa que pode ser feita com ele e, em vez de lamentar que você  possa sentir-se colocado dentro de uma gaiola, ele pode tornar-se realmente em um belo, tranquilo e acolhedor espaço”.

Embora possa ser cada vez mais comum entrar em um café ou um restaurante e ver sinais de proibição de telefones celulares ou laptops, Thomas não queria proibir, queria dar um passo para tornar a tecnologia impossível de ser usada.  Para aqueles que não podem parar de olhar constantemente para os seus aparelhos, é um refúgio temporário. Thomas vê isso como um exemplo de como a arquitetura e design pode ajudar a fazer as mudanças que as pessoas por si só não são capazes de fazer.

O projeto do Faraday Café é apenas um motivo para levar as pessoas a tomar conhecimento deste assunto e pode contribuir para eventualmente levar a empreendimentos reais maiores onde esta filosofia possa ser aplicada

Nesta era de onipresente cobertura de telefonia celular, quando toda a gente pode estar em contato com todo o mundo, a privacidade é um novo privilégio.

Há potencial para que as pessoas entendam esta ideia como um valioso patrimônio, seja em um café, uma sala de reuniões, em um escritório ou outro qualquer espaço em qualquer lugar onde possamos voltar a ser como éramos. Independentes e isolados se for do nosso desejo.

Sem falar das implicações da exposição permanente a radiações eletromagnéticas sobre a saúde.

 

*Drª Sneha Sath – Especialista em Medicina Reprodutiva na NOVA IVI FERTILITY, em Mumbai,Índia

Vivemos em uma era de quase completa dependência de tecnologias com o uso ilimitado de telefones celulares, laptops, computadores, tablets e conexões sem fio, muitas vezes, desconhecendo os seus efeitos adversos sobre o organismo. E acabamos pagando bem caro por isso sem saber as razões que causam os nossos vários problemas de saúde. É já um fato conhecido que as tecnologias modernas podem afetar tanto a fertilidade masculina e feminina e pesquisas revelam que cada vez mais estamos permanentemente expostos a radiações bem acima dos valores considerados saudáveis. Dados clínicos mostram que quase 15% dos casais sofrem de alguma forma de infertilidade devido à exposição a estas radiações que utilizam frequências de micro-ondas.

Como as radiações afetam a fertilidade e concepção:

Veja como o uso intenso de tecnologias pode afetar-nos:

  • Os efeitos da radiação emitida por celulares, laptops, redes de Wi-Fi, telefones portáteis e outros aparelhos sem fios podem provocar danos no DNA e incapacitar o seu sistema natural de auto reparação, baixar a imunidade e diminuir a produção de melatonina.
  • A radiação é atraída para as células que têm a maior taxa de crescimento e divisão, como esperma, óvulos e fetos em crescimento, o que dificulta a concepção e, também, aumenta as chances de interrupção da gravidez em uma gestante.
  • A radiação pode causar sérios riscos para a saúde, incluindo câncer, distúrbios nervosos e até mesmo infertilidade.
  • As tecnologias sem fio, como a Internet, redes sem fios de computador e hot-spots, bem como mouses sem fio, teclados e caixas de som, também operam por meio de radiofrequências não-ionizantes semelhantes às utilizadas pelo celulares e são igualmente prejudiciais.
  • A exposição a ondas eletromagnéticas de baixo nível irradiadas a partir de dispositivos de tecnologia sem fios pode, da mesma forma, ter um impacto sério sobre a saúde e fertilidade, causando danos celulares e aumento do risco de câncer.

Como as radiações afetam a fertilidade masculina:

“Nos homens, estudos indicam que o uso de celulares junto do corpo, como no bolso das calças, pode afetar a contagem de espermatozoides, a sua mobilidade e a sua morfologia. As radiações emitidas por um laptop colocado no colo por longos períodos de tempo pode, também, afetar a qualidade e quantidade do esperma. O calor gerado pelo computador portátil pode contribuir também para alterar o esperma. Os testículos são mais vulneráveis ​​ao calor do que os ovários, por isso, as mulheres são menos susceptíveis de serem afetadas da mesma maneira”, diz a Drª. Sathe.

Como as radiações afetam a fertilidade feminina:

De acordo com um estudo realizado pela Ohio State University College of Medicine, mulheres que vivem a 100 metros de torres de telefonia celular têm mais stress e duas vezes maior risco de infertilidade.  Para as mulheres que tentam engravidar, o estresse é medido pelos níveis de proteína (alfa-amilase) em sua saliva. De acordo com o estudo, as mulheres com níveis mais elevados desta proteína na saliva, têm probabilidades 29% menores de conceber em comparação com aquelas com os níveis de proteína mais baixos.

Que mal as radiações podem fazer para uma mulher grávida?

 A pesquisa também sugere que a exposição à radiação de celular pode ser prejudicial para ambas as gestantes e seus filhos nascituros. “A exposição à radiação nos últimos meses de gravidez pode afetar a medula espinhal do bebê. A maioria dos telefones celulares e portáteis transmite e recebe radiação por radiofrequências (RF) de micro-ondas entre 890 e 2.200 mega-hertz (MHz). Estas ondas de rádio são emitidas por ambos os aparelhos de telefone celular e estações de base”, diz a Drª Sathe. Radiação de RF tem a capacidade de aquecer o tecido humano, semelhante à maneira pela qual um forno de micro-ondas aquece o alimento. Os efeitos térmicos produzidos pela radiação eletromagnética das ondas de rádio provoca a polarização das moléculas no corpo gerando calor dielétrico e este calor pode fazer com que tecido vivo possa morrer.

Como limitar efeitos nocivos da radiação

 Para evitar problemas de fertilidade, é importante fazer escolhas conscientes e usar as tecnologias criteriosamente. Mudanças simples do estilo de vida como, evitar que os aparelhos celulares ou tablets fiquem junto do corpo mantendo-os fora de bolsos ou sutiãs e afastados da barriga quando em gravidez.

Usar mensagens de texto em vez de falar ou usar viva voz, é o caminho seguro para garantir uma vida mais saudável.

NOTÍCIAS RECENTES DA POWERWATCH.ORG

http://www.powerwatch.org.uk/news/2015-02-05-france-wifi-restrictions.asp?pf=1

2015/05/02 – Wi-Fi proibido em berçários na França

Em um movimento sem precedentes, a França aprovou uma lei sobre a exposição de crianças a tecnologias sem fios, proibindo totalmente Wi-Fi em ambientes de berçários/creche e restringindo o uso nas escolas primárias apenas para serem ativados quando efetivamente sejam usados para fins educativos.

Isso não só demonstra consciência e atitude proativa para mitigar os danos potenciais da exposição a campos eletromagnéticos de radiofrequência, como também demonstra a primeira aplicação do princípio da precaução no que diz respeito à gestão da invasão e domínio das tecnologias sem fio.

Principais pontos do projeto de lei

  • Pontos de acesso/roteadores devem ser banidos de berçários e creches
  • Pontos de acesso sem fio/roteadores devem ser desativados nas escolas primárias, quando não estejam em uso ativo
  • Os anúncios de telefonia móvel deve incluir uma recomendação de dispositivos (como fones de ouvido) para reduzir a exposição junto à cabeça dos usuários
  • Todos os locais públicos que oferecem Wi-Fi devem anunciar claramente o fato, na entrada dos locais
  • Todos os dispositivos sem fio devem conter instruções claras sobre como desativar a sua funcionalidade sem fio

Tradução do francês da cobertura nacional da nova lei (Tradução cortesia da Google e Andre Fauteux)

Depois de dois anos, a lei que regula a exposição da população aos campos eletromagnéticos gerados por tecnologias sem fios (estações de base, celulares, tablets…) foi adotada pelos membros da Assembleia Nacional, quinta-feira 29 janeiro no final da manhã. Foi votado por toda a maioria, enquanto o Partido UDI se absteve – exceto Bertrand Pancher (Meuse) que votou a favor – e a UMP votaram contra, vendo-a como uma barreira para o desenvolvimento do sector digital.

Esta lei – a primeira na França a estabelecer uma abordagem de precaução face aos riscos potenciais para a saúde das frequências de rádio – uma verdadeira corrida de obstáculos, durante a qual as suas ambições iniciais foram seriamente depreciadas. A proposta, apresentada em janeiro de 2013 pelo MNA de Val-de-Marne, Laurence Abeille (Europe Ecologie-Verdes) foi encaminhada à comissão pelos socialistas, antes de voltar para a Assembleia Nacional, em janeiro de 2014, sob uma forma atenuada, e depois de ser aprovada em primeira leitura pelo Senado em junho de 2014.

Apesar destes contratempos sucessivos, o grupo ambientalista decidiu submeter o projeto a votação para evitar seu retorno ao Senado, onde ele teria sofrido, provavelmente, novos atrasos e cortes.  Sua adoção é, portanto, final e, congratula-se o Sr. Abeille, “os decretos deverão ser aplicados sem mais demora”.

Não baixar os limites

Finalmente, a “Lei sobre a sobriedade, a transparência, informação e consulta para a exposição às ondas eletromagnéticas” aparece como um compromisso entre os defensores de uma supervisão mais rigorosa dos operadores do sector da telefonia sem fio, contrários a qualquer obstáculo regulamentar. ”O presente texto não responde plenamente a todas as questões, reconhece o MNA Verde, mas é, no entanto, um primeiro passo essencial”.

A principal novidade é a introdução na lei francesa de um princípio de “sobriedade” da exposição da população aos campos eletromagnéticos. Por virtuoso que seja este princípio, no entanto, permanece vago e não vinculativo. É, portanto, já não uma questão da redução dos limites de exposição em vigor, que, dependendo das frequências envolvidas, são entre 41 e 61 volts por metro (V /m), enquanto a proposta original era destinada a baixá-los de volta para “um valor tão baixo quanto razoavelmente possível”, ou 0,6 V /m.

Hot spots

A Agência Nacional de Frequências (AFNR) vai, no entanto, fazer a cada ano um censo nacional de “pontos atípicos” ou “locais onde o nível de exposição pública é substancialmente superior ao que é geralmente observada em escala nacional”. Os operadores terão de saná-las no prazo de seis meses, “sujeito à viabilidade técnica”.

A exposição média na França é agora cerca de 1 V / m, mas um estudo do Comité de Operações em ondas móveis (Copic), cobrindo dezesseis representativos municípios do território francês e publicado em 2013, relataram alguns picos de exposição “de até 10 V /m na potência máxima do transmissor”, mesmo que os níveis permaneceram abaixo de 0,7 V / m em 90% dos casos. O AFNR considera estes lugares agora como atípicos, onde a exposição excede 6 V / m.

Em matéria de transparência, a instalação de antenas agora estará sujeito a aviso prévio aos prefeitos e presidentes de entidades intermunicipais. E estes podem, por sua vez – mas não necessariamente – organizar uma consulta com os residentes. Além disso, uma campanha de “sensibilização e informação sobre o uso responsável e racional dos dispositivos móveis” deverá ser conduzida.

Wi-Fi proibida em berçários

Uma seção da lei é dedicada à proteção dos bebês. Os dispositivos sem fio serão proibidos em “espaços dedicados ao cuidado, repouso e atividades de crianças menores de três anos”, ou seja, berçários e creches. No entanto, ao contrário do desejo inicial de ambientalistas, Wi-Fi permanecerá permitida nas escolas primárias. No entanto, terá que ser desativado fora “atividades educacionais digitais”.

Finalmente, a situação muitas vezes dramática de pessoas que sofrem de eletrossensibilidade recebe consideração prioritária. O governo terá de apresentar um relatório ao Parlamento sobre esta questão dentro de um ano.

Associações “antirradiação eletromagnética” preferem considerar um copo meio cheio e não meio vazio.

“Este ato, que é o primeiro dedicado à questão das ondas eletromagnéticas e seu impacto sobre o meio ambiente e saúde, marca um primeiro passo para o reconhecimento legal da necessidade de regular o desenvolvimento das comunicações de telefonia móvel e todas as tecnologias sem fio”, diz a associação para a regulamentação de estações base de telefonia móvel (Priartem). Em sua opinião, “este primeiro esforço legislativo deve ser um incentivo para ir mais longe à proteção das pessoas”.

Recomendação de cautela

Este ato chega a um contexto de desenvolvimento acelerado de fontes de campos eletromagnéticos, em especial, com a implantação de comunicações móveis de muito alta velocidade 4G. Desde o 1º de janeiro de 2015, ANFR indica o número de estações de base de 4G autorizadas em França, para todos os operadores, 18.699 – em comparação com 12.525 no ano anterior – e 15.424 estão já em serviço.

Se não houver consenso científico em torno dos riscos potenciais à saúde causado por exposição a radiofrequências, muitos estudos e opiniões recomendam cautela. Em 2011, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou-os como “possivelmente cancerígenos”. E em 2013, a Agência Nacional de Segurança e Saúde da Alimentação, Ambiente e Trabalho (ANSES) recomendou: “limitar a exposição da população ás radiofrequências – especialmente a partir de telefones móveis e particularmente para crianças e usuários frequentes”. A ANSES recomendou, também: “controlar a exposição global da radiação de estações de base da telefonia celular”.

BOOKTRAILER do livro QUE FUTURO!!! Os Efeitos da Poluição Eletromagnética Sobre a Saúde

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Está disponível nos seguintes sites:

Livro:   Editora Schoba;   Livraria Martins Fontes;   Livraria da Travessa

 eBook:   Livraria da Folha;   Livraria Cultura;  Amazon.com

Resumo:

O que provoca a Poluição Eletromagnética (PEM)

A eletricidade do corpo humano: Eletrobiologia

Os efeitos da PEM sobre o nosso corpo: Eletrofisiologia

A alergia à PEM: Eletrossensibilidade – Alguns depoimentos de sofredores

As polêmicas e controvérsias deste assunto na sociedade – Um caso em São Paulo

Quais os parâmetros de proteção – Limites de segurança

O contato com a Terra – Aterramento do corpo humano: A novidade

Vivendo em segurança – Dicas de proteção

Como se medem as radiações – Unidades e aparelhos de medição

Materiais para proteção

Como projetar novas construções e instalações elétricas

Livros – Links – Referências bibliográficas – Glossário 

Book Trailer: http://youtu.be/8ATsuPd_F74

MORTES POR CÂNCER E ANTENAS DE CELULAR EM BELO HORIZONTE, MG. 

CONTAMINAÇÃO ELETROMAGNÉTICA E A NOSSA SAÚDE, DO QUE SE TRATA:

Contaminação, poluição eletromagnética ou electrosmog são palavras que começam a ser ouvidas com muita frequência sem, no entanto, sabermos exatamente o que querem dizer. Para entender o seu significado, vou tentar abrir luz sobre o assunto partindo deste princípio científico:

 Os seres humanos são complexos sistemas bioelétricos.  Nossos cérebros e coração são internamente regulados por débeis sinais elétricos e a constante exposição às radiações de campos eletromagnéticos tem uma interação com o processo biológico fundamental do corpo humano, podendo provocar alterações sérias.

    The BioInitiative Report – http://www.bioinitiative.org/

 Por todo o lado estamos expostos ás radiações emitidas por emissões de rádio e TV, radiações das comunicações telefônicas e radiações produzidas pelas instalações elétricas que fazem funcionar tudo isto. Em casa, pelas ruas, nos locais de trabalho ou de lazer, espaços comerciais e até nos hospitais.  Toda esta contaminação da Poluição Eletromagnética (PEM) é captada pelo nosso corpo induzindo correntes elétricas e campos oscilatórios que atrapalham nosso sistema bioelétrico, afetando o cérebro, o coração, o sistema circulatório e criando um ambiente hostil ao nosso sistema celular.

As radiações da PEM são genotóxicas e podem alterar o DNA de células débeis levando a doenças graves como  câncer.

Passaram-se já três décadas de pesquisas e ainda não se conseguiu um consenso sobre seus efeitos. Parece que a tecnologia anda mais rápido do que as pesquisas, ou interesses econômicos não deixam que resultados se produzam. Entretanto este fenômeno está afetando a saúde dos mais sensíveis, homens, mulheres, idosos e crianças, incluindo mesmo aquelas que estão ainda em gestação.

A sensibilidade aos efeitos das radiações dos campos eletromagnéticos chama-se Eletrossensibilidade.

 

ELETROSSENSIBILIDADE ou ES

(em Inglês: ElectroHyperSensitivity ou EHS)

http://www.hese-project.org/hese-uk/en/niemr/ehs.php

 

A ES está aumentando exponencialmente podendo atingir valores extremamente preocupantes em curto prazo e as tendências apontam para que 50% da população mundial possa tornar-se Eletro Sensível no ano de 2017 (Hallberg, O. e Oberfeld, G. 2006).

Se Hallberg e Oberfeld estiverem certos, é provável que alguém que a gente conheça fique ES nos próximos anos. Talvez alguém de sua família, ou você, ou eu.

Sintomas de Eletrossensibilidade – Os sintomas de ES variam de natureza e intensidade duma pessoa para outra. Para alguns, pode não ser mais do que uma inconveniência ou diminuição do seu bem-estar, para outras pode ser uma incapacidade com sintomas debilitantes que reduzem a qualidade de vida, para outras pode ainda ser mais severo como depressão ou até levar à tentativa de suicídio, por incapacidade de tolerar o nível de sofrimento.

Alguns dos sintomas mais reportados são:

  • Problemas com o sono
  • Problemas de pele
  • Falta de concentração e memória
  • Tonturas e fadiga
  • Dificuldade de respirar
  • Problemas cardíacos
  • Depressão
  • Problemas digestivos
  • Problemas de audição e com os olhos
  • Dores de cabeça e intolerância à luz

 

 EVIDÊNCIAS DE ELETROSSENSIBILIDADE

O Prof. OLLE JOHANSSON, Ph.D (Associated Professor, Department of Neuroconsciece, Karolinska Institute, Stockholm, Suécia) diz:

“A ES resulta por um dano de irradiação que provoca mutações das células, muito parecidas com as verificadas em tecidos submetidos a radiações de UV e radiações ionizantes”.  Em perto de duas décadas de investigações ele pôde confirmar que em pessoas ES, quando expostas a radiações eletromagnéticas, as suas células mastro ou mastócitos começam a migrar para a superfície da pele e podem desgranular.

(Mastócitos ou mast cells:   http://www.ncbi.nlm.nih.gov/mesh/68008407)

Os mastócitos são os guardiões do sistema imunológico e estão equipados com grânulos de histamina, que quando se desfragmentam provocam reações alérgicas na pele, como coceira, vermelhidão e dor.  Os mastócitos estão também em outras partes do corpo, comunicando-se com neurônios e outras células do sistema nervoso formando o eixo neuroimune, que faz parte das doenças autodegenerativas como a doença de Alzheimer e de Parkinson.  Mastócitos também se encontram no cérebro, coração e no trato respiratório e gastrintestinal.

Se a radiação eletromagnética ou REM, provoca com que os mastócitos descarreguem sua carga química de histamina na pele é também muito provável que o faça no coração, no cérebro e outras partes do corpo.  O Prof. Olle Johansson afirma que então, isto explicaria o que está acontecendo com as pessoas Eletrossensíveis.

(Prof. Olle Johansson:   http://youtu.be/cczGVhd63pM )

 

O Parlamento Europeu, a primeira entidade Internacional a reconhecer a ES ou EHS na sua resolução de dois de abril de 2009 art. 28:

“Os Estados Membro devem seguir o exemplo da Suécia e reconhecer que pessoas que sofram de ES ou EHS, sejam reconhecidas como portadoras de incapacidade, garantindo-lhes proteção adequada e igualdade de oportunidades”.

(http://www.europarl.europa.eu/sides/getDoc.do?pubRef=-//EP//TEXT+TA+P6-TA-2009-0216+0+DOC+XML+V0//PT  )

Na Espanha no final de 2011 já foi reconhecida a ES, e pela primeira vez foi dada aposentadoria completa a uma funcionária portadora desta incapacidade.

 O QUE CAUSA A ELETROSSENSIBILIDADE

 A nossa sensibilidade elétrica é exacerbada pela presença de radiações, como já vimos atrás, e a fonte dessas radiações têm duas origens:

1.  CEM – Campos eletromagnéticos de baixa frequência 50/60 Hz, provocados por todos os aparelhos elétricos e eletrônicos e pela rede elétrica onde estão ligados.

 Os CEM de baixa frequência são chamados de “eletricidade suja”, e referem-se a transientes de alta frequência, harmônicas e outras interferências que sujam a rede elétrica, ou são irradiados pelos aparelhos a ela ligados.  São gerados dentro dos ambientes, podem entrar pela rede elétrica de abastecimento ou podem ser gerados por condições externas na vizinhança, atravessando as paredes.  São particularmente nocivas as radiações de transientes e harmônicas que emitem frequências de até 100KHz, porque são captadas pelo corpo – que funciona como antena – e interferem fortemente com o nosso sistema celular. Como as nossas células são micro sistemas oscilantes, sua frequência de funcionamento fica profundamente  alterada na presença dessas perturbações.

Eletricidade e campos eletromagnéticos de baixa frequência são como dois  lados duma moeda – não podemos ter um sem o seu reverso.

Cada vez que ou ligamos um equipamento elétrico numa tomada, estamos ativando um campo elétrico e cada vez que o pomos em funcionamento estamos expostos a um campo elétrico mais um campo magnético.

A eletricidade tem que viajar bem de longe, para que seu aparelho funcione.  Desde a central produtora, através de linhas de alta tensão, subestações e seus transformadores que baixam a voltagem, até sua rua e seu ramal elétrico de entrada em casa. Tudo isso irradiando campos eletromagnéticos pelo caminho. Mas são os aparelhos elétricos com motores rotativos, transformadores, e alguns aparelhos eletrônicos, que produzem a eletricidade suja, adicionando aos campos eletromagnéticos as transientes e harmônicas, com suas frequências erráticas e muito nefastas.

Assim ficamos sabendo que a eletricidade de baixa frequência contamina e de que maneira, o nosso ambiente.

(Eletricidade suja ou dirty electricity:  http://www.youtube.com/watch?v=VhiZCaI5N50)

 

2. REM –  Radiação das altas frequências provocadas por todas as comunicações sem fios (wireless) que usam micro-ondas pulsadas, como telefones celulares, telefones móveis, antenas de comunicação e transmissão,  TETRA (comunicações da policia e militares), radares etc.

A REM das altas frequências é  irradiada pelos vários sistemas sem fios, cuja frequência de comunicação é feita usando ondas pulsadas de comprimento de onda muito baixo (micro-ondas), como os transmissores de telefonia celular GSM, 3G UMTS e redes de Wi-Fi, Bluetooth etc. Estes CEM funcionam entre 1MHz e 5GHz,  penetram no tecido humano produzindo profundas alterações do equilíbrio bioelétrico. Podem afetar a membrana hemato-encefálica, interferir na produção de melatonina e enfraquecer o sistema imunológico.

Quando falamos de comunicações sem fios, vem logo a ideia a controvérsia dos celulares. Fazem mal, não fazem mal?

Claro que fazem mal.   Mas não tanto como as radiações das antenas, das várias operadoras, que à nossa volta colocam cachos de postes com elas montadas e que emitem sua radiação 24 horas por dia, todo o dia.

Um celular em standby está em constante contato com a antena mais próxima, e assim ela sabe onde nos encontrar, no entanto a  radiação do celular é baixa,  na ordem dos 2 a 4µW/m2.  Nos modernos smartphones, este valor desce para cerca de 50% menos, o que significa que a indústria sabe fazer telefones com radiação mais reduzida… só agora.

Mas é quando se estabelece uma comunicação que os valores de radiação disparam, e mais, as frequências de falar e ouvir seguem canais diferentes, e como são ondas pulsadas (217Hz), martelam o cérebro quando temos o telefone junto do ouvido.

Quando se estabelece a ligação, o valor da radiação atinge facilmente mais do que 20.000µW/m2  (20mW/m2).  Por isso, o melhor é fazer uma chamada bem rápidinha, porque este nível de radiação encostada ao seu ouvido vai fazer estragos…

E não é só. Este valor de radiação vai ser somado à radiação que já estava sendo recebida da antena a que o telefone se ligou.

(Dra.Magda Havas, vídeo “Live Blood”: http://youtu.be/L7E36zGHxRw )

 

 O QUE DIZEM AS LEIS DE PROTEÇÃO

No Brasil e em muitos outros países, incluindo Portugal, a lei que a ANATEL e ANACOM fazem cumprir, apoia-se nas recomendações do ICNIRP, organização não governamental, que em 1998 indicou limites de proteção a seguir.

  • Campos elétricos:         5000 V/m (50Hz)   4166 V/m (60Hz)
  • Campos magnéticos:  100 µTesla (50Hz)    84 µTesla (60Hz)
  • REM: 0,4 a 2GHz               40 V/m ou 8 W/m2       
  •            2 a 300GHz:              60 V/m ou 10 W/m2

http://www.icnirp.de/documents/LFgdlpor.pdf

Com o decorrer dos anos, diversas vezes se tentaram baixar estes valores por serem excessivamente altos, e se veio a verificar cientificamente que não protegem as populações.  Por quê?  Eles foram recomendados numa época em que o mundo não usava as tecnologias de hoje, nem no volume crescente de agora.  Os valores foram baseados em ensaios com humanos referindo-se apenas aos efeitos de aumento de temperatura por curto espaço de tempo, e considerando que as radiações eram não ionizantes.

Naquela época ninguém pensou nos efeitos de longo prazo, para uma exposição permanente como hoje se verifica.

Os valores limite foram muito debatidos em varias oportunidades, e desde 2009 que organizações como a Bioinitiative e Nex-Up aconselham outros valores baseados e apoiados pela comunidade científica centrada na verdadeira proteção das pessoas.

http://www.bioinitiative.org/                http://www.next-up.org

A evolução é tão rápida que os valores pugnados uns anos atrás para a inteira gama de frequências: 0,6 V/m ou 1 mW/m2,  ainda que 100 ou 10.000 vezes menores não nos protege.

 

A comunidade científica recomenda hoje o uso de valores que garantam mais eficazmente a proteção das populações,  resgatando o valor de Salzburg 2002, para uso na ocupação em espaços interiores:

CEM ou REM na completa gama de frequências:  0,02 V/m ou 1 µW/m2

Há já até já um movimento científico para reduzir este valor 10 vezes…

http://www.powerwatch.org.uk/science/intguidance.asp

 

O que parece muito estranho, é que nunca ninguém tenha pensado tornar público de que, por exemplo: para fazer tocar um telefone celular, só é necessário 1 nW/m2 (um nano watt por metro quadrado) de sinal, quando nosso telefone tem apenas um pauzinho. No entanto, o valor médio da densidade de potência irradiada, numa cidade como São Paulo na rua, pode ser da ordem dos 2 a 15 mW/m2, ou duas a 15 milhões de vezes mais do que 1 nano Watt que faz o telefone tocar.

Se fosse respeitado o limite de 1 µW/m2  (ou 1.000 vezes mais do que o necessário para o telefone tocar), porque as operadoras nos bombardeiam 24 horas por dia, com sinais de muitos milhões de vezes mais fortes do que o necessário?

A lei permite, seguindo o ICNIRP, que as antenas emissoras de sinal do celular, cheguem a emitir até um máximo de 8 a 10W/m2 (conforme as frequências) ou seja:     8 a 10.000 mil milhões de vezes mais do que o necessário para o telefone tocar.

 

 COMO NOS PROTEGER

 Com este cenário torna-se óbvio que, quando aceitamos os riscos potenciais para a saúde, independentemente se existe ou não relação entre a exposição a radiações de campos eletromagnéticos e os sintomas de doença, devam ser adotadas medidas de precaução para reduzir os riscos eventuais.

MEDIDAS DE PRECAUÇÃO:

  •  Evitar ter aparelhos elétricos ligados nas tomadas quando não estão em uso.
  • De preferência não cozinhe em micro-ondas, porque ele também altera a estrutura molecular dos alimentos. Mas se tiver que usar, saia da cozinha enquanto ele funcionar.
  •  Afaste abajures ou despertadores da sua cabeceira para o mais longe que seja possível.
  • Não use lâmpadas de halogênio com transformador e não use lâmpadas econômicas, porque tem radiação muito forte e “sujam” a rede elétrica. Prefira lâmpadas incandescentes ou as novas lâmpadas LED.
  •  Não use telefones portáteis, especialmente os DECT, porque emitem radiação muito forte, mesmo quando não estão em uso. Dê preferência ao telefone fixo.
  •  Use o seu telefone celular afastado do corpo e só use junto do ouvido pelo tempo mínimo de comunicação.
  •  Limite o uso do celular, não fique conversando, para isso use o fixo.    Dê preferência à viva-voz ou mãos livres se possível.
  •  Não use o celular dentro do carro, ônibus ou trem. A blindagem metálica faz com o celular aumente a sua potência para poder transmitir. Pare e use apenas ao ar livre, a menos que seja uma emergência.
  •  Não use o Bluetooth, ele transmite usando micro-ondas, e ainda que o sinal seja muito fraco é a longa permanência ao ouvido que prejudica.
  •  Não deixe o celular perto de si durante a noite.
  •  Evite usar aparelhos “sem fios”. Eles usam micro-ondas para se comunicarem entre si. Prefira ligações com fio.
  •  Use internet com cabo (Ethernet) ligado direto no modem. Não use Wi-Fi.     As radiações dos telefones DECT e Wi-Fi são muito fortes, atravessam as paredes e têm alcançe de até 50 metros. Mas se não tiver outro jeito, desligue logo que seja possível. De noite, deixe sempre desligado. Pense nos vizinhos…
  •  Não use o laptop com Wi-Fi, use o cabo de ethernet ligado ao modem ou pode usar a alternativa “Powerline”, que usa a instalação elétrica como rede de transmissão, podendo ligar o computador com fio a qualquer tomada perto.
  •  Não use o laptop nos joelhos. Afeta os orgãos reprodutores.
  •  Se usar o laptop com cabo, não esqueça desligar o Wi-Fi do computador apagando aquele símbolo azul do Wi-Fi. Quando desligado ele fica laranja. Se não, está sendo irradiado pelo próprio laptop. E poupa bateria.
  •  Atenção grávidas. Não usem o laptop sobre a barriga, nem Wi-Fi. Como é obvio o neném será muito afetado. Quando ele nascer, não usem aquele monitor, para vigiar o berço. Usa comunicação sem fios com radiação muito forte.
  •  Procure proteção das radiações que vem de fora. Há cortinas de tecido especial, com fios de cobre e prata que bloqueiam as radiações.
  •  Também há dosseis (mosquiteiros), que cobrem as camas, com os mesmos tecidos, fazendo gaiola de Faraday e protegendo nosso sono.
  •  As paredes podem ser pintadas com tintas especiais à base de carbono, que cortam mais de 99% das radiações que venham do exterior.
  •  Com estes tecidos especiais de alta proteção podem ser feitas roupas de proteção. Para as grávidas a proteção é quase indispensável.
  •  Há filtros especiais para colocar nas tomadas, que limpam e bloqueiam a “eletricidade suja”
  •  Não usar roupas de tecidos sintéticos, porque favorecem a produção de eletricidade estática. Melhor usar roupas confecionadas com tecidos naturais.
  •  Preferir a ingestão de produtos frescos (frutas, verduras, hortaliças), evitar frituras, produtos industrializados e refinados. Lembre, não cozinhe no micro-ondas, se puder.
  •  Ande descalço sempre que possa, isso descarrega e nos liga com a Terra.

Tudo isto pode aliviar a carga sobre nosso sistema imunológico,  protegendo a nossa saúde.

 

Alguns vídeos da Electromagnetic Health.Org, do encontro de cientistas em 2010:

Sissel Halmoy:   http://vimeo.com/17250790

Eileen O’Connor:   http://vimeo.com/17271105

 

Contatos do autor:   e-mail: eugenio.lopes2@gmail.com.br

Telf. Portugal:  +351  919 115 237

Telf. Brasil:  +55  11   974 950 188