Este mundo está ficando doido… ódio, motins, comportamento irracional… Terá a ver com a poluição ambiental eletromagnética?

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À luz de toda a violência que vemos no mundo de hoje, pode ser útil entender melhor as forças em jogo.

O conhecimento dos efeitos sobre a psique humana da exposição permanente á contaminação ambiental eletromagnética é fundamental para criar esse entendimento. Desde o inicio dos tempos às forças eletromagnéticas naturais guiaram nossas emoções e comportamento, estabelecendo uma relação simbiótica entre o homem e o seu universo elétrico. Essa conexão e equilíbrio parecem estar agora seriamente comprometidos nesta era moderna de conforto tecnológico de Wi-Fi’s, smartphones, wireless, proliferação de tecnologias de micro-ondas e está chegando a tecnologia 5G…

A chave para esta resposta comportamental humana são as frequências dessa radiação eletromagnética onipresente no nosso dia a dia.

Nós experimentamos  estresse e sofrimento físico-emocionais quando expostos a altos níveis de fluxo de prótons emitidos pelo sol.  E, nesta era moderna de eletrificação, da sua distribuição e uso de tecnologias de micro-ondas, muitos cientistas que estudam esses fenômenos sugerem que o homem está reproduzindo artificialmente os mesmos efeitos e, assim, induzir a histeria em massa.

As classes dominantes há muito tempo sabem dos efeitos da radiação eletromagnética sobre a população humana e esse conhecimento é poder, poder que elas manipulam  habilmente.

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A radiação eletromagnética pode influenciar o comportamento humano através de frequências específicas relacionadas aos comprimentos de onda de radio frequência   (30 MHz a 300 MHz) e das micro-ondas (300 MHz a 30.000 MHz).

 

Um trabalho publicado no livro Bioelectromagnetics, intitulado “Efeitos comportamentais e cognitivos da exposição a micro-ondas”, apresenta uma visão geral da literatura recente quanto à exposição à radiação eletromagnética de micro-ondas e discute os efeitos comportamentais relacionando-os com os limites existentes de proteção.

Este conhecimento íntimo dos efeitos da poluição eletromagnética sobre o comportamento humano tem sido desenvolvido pela ciência moderna também como uma ferramenta para aplicações militares. A radiação eletromagnética de micro-ondas, definida como não ionizante por agências reguladoras, apresenta considerável habilidade para alterar e manipular o comportamento humano.

 

O Professor Emérito de bioquímica da Washington State University USA, Dr. Martin L. Pall, vem apresentando estudos recentes explicando o mecanismo de ação da radiação eletromagnética nas nossas células. O estudo tem como titulo:

“Campos eletromagnéticos de frequências de micro-ondas produzem efeitos neuropsiquiátricos, incluindo depressão”.  

Ele explica que: “Os campos eletromagnéticos de baixa frequência (CEM) agem por ativação dos canais de cálcio dependentes de voltagem (CCDV) das nossas células.            A radiação eletromagnética de micro-ondas  (REM), de baixa intensidade, tem sido relacionada como produtora de efeitos neuropsiquiátricos, às vezes chamados de síndrome de micro-ondas, e o foco desta revisão é saber se esses são de fato bem documentados e consistentes com o mecanismo de libertação de neurotransmissores e hormônios neuroendócrinos “.

“Literatura soviética e ocidental mostram que a maior parte do impacto de exposições de micro-ondas não térmicos em animais experimentais ocorre no cérebro e no sistema nervoso periférico. Estes podem ser gerados por meio de funções de ativação dos CCDV, produzindo a liberação de neurotransmissores/neuroendócrinos em excesso, bem como estresse oxidativo/nitrosativo e outras respostas. A atividade excessiva dos CCDV tem sido demonstrada em estudos de polimorfismo genético, e tem responsabilidade na produção de alterações neuropsiquiátricas nos seres humanos.”

Relatórios do governo dos Estados Unidos das décadas de 1970 a 1980 fornecem evidências de muitos efeitos neuropsiquiátricos da radiação eletromagnética de micro-ondas não térmicas, com base em estudos de exposição ocupacional. Vários outros estudos epidemiológicos mais recentes também fornecem provas substanciais de que, a radiação eletromagnética de micro-ondas a partir de estações base de telefonia móvel celular, o uso excessivo de telefones celulares/telefone sem fios  e de medidores inteligentes, cada um, podem produzir padrões semelhantes de efeitos neuropsiquiátricos. Evidências a partir de outros estudos adicionais sugerem que a exposição à emissão de radio de ondas curtas, estação de rádio FM e exposições de antena de TV digital pode produzir efeitos neuropsiquiátricos semelhantes.

Os efeitos mais comumente relatados são distúrbios do sono/insônia, dor de cabeça, depressão / sintomas depressivos, fadiga/cansaço, disestesia, disfunção concentração/ atenção, alterações de memória, tontura, irritabilidade, perda de apetite / peso corporal, agitação/ansiedade, náuseas, formigamento/dermografismo e alterações de EEG. 

Em resumo: “O mecanismo de ação da radiação eletromagnética de micro-ondas, o impacto dos campos eletromagnéticos, bem como, extensos estudos epidemiológicos nos últimos 50 anos, todos mostram que essa exposição contínua, como a de hoje em dia pode produzir diversos efeitos neuropsiquiátricas e alterações de comportamento”

 

Lista de alguns estudos relacionados:

http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0891061815000599   Microwave frequency electromagnetic fields (EMFs) produce widespread neuropsychiatric effects including depression. Martin Pall

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26300312   Microwave frequency electromagnetic fields (EMFs) produce widespread neuropsychiatric effects including depression.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27123163  Estudo em peixes zebrafish

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26661640  Low intensity magnetic field influences short-term memory: A study in a group of healthy students.

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27095153?dopt=Abstract   Psychological symptoms and health-related quality of life in idiopathic environmental intolerance attributed to electromagnetic fields.

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26841641?dopt=Abstract   The Effects of Electromagnetic Field on the Endocrine System in Children and Adolescents.

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