VÍDEO EM PORTUGUÊS SOBRE ANTENAS DE CELULAR EM BELO HORIZONTE 

CONTAMINAÇÃO ELETROMAGNÉTICA E A NOSSA SAÚDE

  DO QUE SE TRATA:

Contaminação, poluição eletromagnética ou electrosmog são palavras que começam a ser ouvidas com muita frequência sem, no entanto, sabermos exatamente o que querem dizer. Para entender o seu significado, vou tentar abrir luz sobre o assunto partindo deste princípio científico:

 Os seres humanos são complexos sistemas bioelétricos.  Nossos cérebros e coração são internamente regulados por débeis sinais elétricos e a constante exposição às radiações de campos eletromagnéticos tem uma interação com o processo biológico fundamental do corpo humano, podendo provocar alterações sérias.

Fonte: Sage C. 2007.     The BioInitiative Report – http://www.bioinitiative.org/

 Por todo o lado estamos expostos ás radiações emitidas por emissões de rádio e TV, radiações das comunicações telefônicas e radiações produzidas pelas instalações elétricas que fazem funcionar tudo isto. Em casa, pelas ruas, nos locais de trabalho ou de lazer, espaços comerciais e até nos hospitais.  Toda esta radiação dos campos eletromagnéticos (CEM) é captada pelo nosso corpo induzindo correntes elétricas e campos oscilatórios que atrapalham nosso sistema bioelétrico, afetando o cérebro, o coração, o sistema circulatório e criando um ambiente hostil ao nosso sistema celular.

As radiações dos CEM são genotóxicas e podem alterar o DNA de células débeis levando a doenças graves como  câncer.

Passaram-se já três décadas de pesquisas e ainda não se conseguiu um consenso sobre seus efeitos. Parece que a tecnologia anda mais rápido do que as pesquisas, ou interesses econômicos não deixam que resultados se produzam. Entretanto este fenômeno está afetando a saúde dos mais sensíveis, homens, mulheres, idosos e crianças, incluindo mesmo aquelas que estão ainda em gestação.

A sensibilidade aos efeitos das radiações dos campos eletromagnéticos chama-se eletro sensibilidade.

 

ELETRO SENSIBILIDADE ou ES

(em Inglês: ElectroHyperSensitivity ou EHS)

http://www.hese-project.org/hese-uk/en/niemr/ehs.php

A ES está aumentando exponencialmente podendo atingir valores extremamente preocupantes em curto prazo e as tendências apontam para que 50% da população mundial possa tornar-se Eletro Sensível no ano de 2017 (Hallberg, O. e Oberfeld, G. 2006).

Se Hallberg e Oberfeld estiverem certos, é provável que alguém que a gente conheça fique ES nos próximos anos. Talvez alguém de sua família, ou você, ou eu.

Sintomas de Eletro Sensibilidade – Os sintomas de ES variam de natureza e intensidade duma pessoa para outra. Para alguns, pode não ser mais do que uma inconveniência ou diminuição do seu bem-estar, para outras pode ser uma incapacidade com sintomas debilitantes que reduzem a qualidade de vida, para outras pode ainda ser mais severo como depressão ou até levar à tentativa de suicídio, por incapacidade de tolerar o nível de sofrimento.

Alguns dos sintomas mais reportados são:

  • Problemas com o sono
  • Problemas de pele
  • Falta de concentração e memória
  • Tonturas e fadiga
  • Dificuldade de respirar
  • Problemas cardíacos
  • Depressão
  • Problemas digestivos
  • Problemas de audição e com os olhos
  • Dores de cabeça e intolerância à luz

 

 EVIDÊNCIAS DE ELETRO SENSIBILIDADE

O Prof. OLLE JOHANSSON, Ph.D (Associated Professor, Department of Neuroconsciece, Karolinska Institute, Stockholm, Suécia) diz:

“A ES resulta por um dano de irradiação que provoca mutações das células, muito parecidas com as verificadas em tecidos submetidos a radiações de UV e radiações ionizantes”.  Em perto de duas décadas de investigações ele pôde confirmar que em pessoas ES, quando expostas a radiações eletromagnéticas, as suas células mastro ou mastócitos começam a migrar para a superfície da pele e podem desgranular.

(Mastócitos ou mast cells:   http://www.ncbi.nlm.nih.gov/mesh/68008407)

Os mastócitos são os guardiões do sistema imunológico e estão equipados com grânulos de histamina, que quando se desfragmentam provocam reações alérgicas na pele, como coceira, vermelhidão e dor.  Os mastócitos estão também em outras partes do corpo, comunicando-se com neurônios e outras células do sistema nervoso formando o eixo neuroimune, que faz parte das doenças autodegenerativas como a doença de Alzheimer e de Parkinson.  Mastócitos também se encontram no cérebro, coração e no trato respiratório e gastrintestinal.

Se a radiação eletromagnética ou CEM, provoca com que os mastócitos descarreguem sua carga química de histamina na pele, é também muito provável que o faça no coração, no cérebro e outras partes do corpo.  O Prof. Olle Johansson afirma que então, isto explicaria o que está acontecendo com as pessoas Eletro Sensíveis.

(Prof. Olle Johansson:   http://youtu.be/cczGVhd63pM )

O Parlamento Europeu, a primeira entidade Internacional a reconhecer a ES ou EHS na sua resolução de dois de abril de 2009 art. 28:

“Os Estados Membro devem seguir o exemplo da Suécia e reconhecer que pessoas que sofram de ES ou EHS, sejam reconhecidas como portadoras de incapacidade, garantindo-lhes proteção adequada e igualdade de oportunidades”.

(http://www.europarl.europa.eu/sides/getDoc.do?pubRef=-//EP//TEXT+TA+P6-TA-2009-0216+0+DOC+XML+V0//PT  )

Na Espanha no final de 2011 já foi reconhecida a ES, e pela primeira vez foi dada aposentadoria completa a uma funcionária portadora desta incapacidade.

 O QUE CAUSA A ELETRO SENSIBILIDADE

 A nossa sensibilidade elétrica é exacerbada pela presença de radiações, como já vimos atrás, e a fonte dessas radiações são os campos eletromagnéticos CEM emitidos por todas as coisas elétricas à nossa volta.  Estes CEM têm duas origens:

1.     Campos eletromagnéticos de muito baixa frequência 50/60Hz, provocados por todos os aparelhos elétricos e eletrônicos e pela rede elétrica onde estão ligados.

 Os CEM de baixa frequência são chamados de “eletricidade suja”, e referem-se a transientes de alta frequência, harmônicas e outras interferências que sujam a rede elétrica, ou são irradiados pelos aparelhos a ela ligados.  São gerados dentro dos ambientes, podem entrar pela rede elétrica de abastecimento ou podem ser gerados por condições externas na vizinhança, atravessando as paredes.  São particularmente nocivas as radiações de transientes e harmônicas que emitem frequências de até 100KHz, porque são captadas pelo corpo – que funciona como antena – e interferem fortemente com o nosso sistema celular. Como as nossas células são micro sistemas oscilantes, sua frequência de funcionamento fica profundamente  alterada na presença dessas perturbações.

Eletricidade e campos eletromagnéticos de baixa frequência são como dois  lados duma moeda – não podemos ter um sem o seu reverso.

Cada vez que ou ligamos um equipamento elétrico numa tomada, estamos ativando um campo elétrico e cada vez que o pomos em funcionamento estamos expostos a um campo elétrico mais um campo magnético.

A eletricidade tem que viajar bem de longe, para que seu aparelho funcione.  Desde a central produtora, através de linhas de alta tensão, subestações e seus transformadores que baixam a voltagem, até sua rua e seu ramal elétrico de entrada em casa. Tudo isso irradiando campos eletromagnéticos pelo caminho. Mas são os aparelhos elétricos com motores rotativos, transformadores, e alguns aparelhos eletrônicos, que produzem a eletricidade suja, adicionando aos campos eletromagnéticos as transientes e harmônicas, com suas frequências erráticas e muito nefastas.

Assim ficamos sabendo que a eletricidade de baixa frequência contamina e de que maneira, o nosso ambiente.

(Eletricidade suja ou dirty electricity:  http://www.youtube.com/watch?v=VhiZCaI5N50)

2.     Campos eletromagnéticos de alta frequência   são provocados por todas as comunicações sem fios (wireless) que usam micro-ondas pulsadas, como telefones celulares, telefones móveis, antenas de comunicação e transmissão,  TETRA (comunicações da policia e militares), radares etc.

 Os CEM de alta frequência são irradiados pelos vários sistemas sem fios, cuja frequência de comunicação é feita usando ondas pulsadas de comprimento de onda muito baixo (micro-ondas), como os transmissores de telefonia celular GSM, 3G UMTS e redes de Wi-Fi, Bluetooth etc. Estes CEM funcionam entre 1MHz e 5GHz,  penetram no tecido humano produzindo profundas alterações do equilíbrio bioelétrico. Podem afetar a membrana hemato-encefálica, interferir na produção de melatonina e enfraquecer o sistema imunológico.

Quando falamos de comunicações sem fios, vem logo a ideia a controvérsia dos celulares. Fazem mal, não fazem mal?

Claro que fazem mal.   Mas não tanto como as radiações das antenas, das várias operadoras, que à nossa volta colocam cachos de postes com elas montadas e que emitem sua radiação 24 horas por dia, todo o dia.

Um celular em standby está em constante contato com a antena mais próxima, e assim ela sabe onde nos encontrar, no entanto a  radiação do celular é baixa,  na ordem dos 2 a 4µW/m2.  Nos modernos smartphones, este valor desce para cerca de 50% menos, o que significa que a indústria sabe fazer telefones com radiação mais reduzida… só agora.

Mas é quando se estabelece uma comunicação que os valores de radiação disparam, e mais, as frequências de falar e ouvir seguem canais diferentes, e como são ondas pulsadas (217Hz), martelam o cérebro quando temos o telefone junto do ouvido.

Quando se estabelece a ligação, o valor da radiação atinge facilmente mais do que 20.000µW/m2  (20mW/m2).  Por isso, o melhor é fazer uma chamada bem rápida, porque este nível de radiação encostada ao seu ouvido vai fazer estragos…

E não é só. Este valor de radiação vai ser somado à radiação que já estava sendo recebida da antena a que o telefone se ligou.

(Dra.Magda Havas, vídeo “Live Blood”: http://youtu.be/L7E36zGHxRw )

 

 O QUE DIZEM AS LEIS DE PROTEÇÃO

  No Brasil e em muitos outros países, incluindo Portugal, a lei que a ANATEL e ANACOM fazem cumprir, apoia-se nas recomendações do ICNIRP, organização não governamental, que em 1998 indicou limites de proteção a seguir.

  • Campos elétricos:         5000 V/m (50Hz)   4166 V/m (60Hz)
  • Campos magnéticos:  100 µTesla (50Hz)    84 µTesla (60Hz)
  • C. eletromagnéticos 0,4 a 2GHz:   40 V/m ou 8 W/m2       
  •                                         2 a 300GHz:    60 V/m ou 10 W/m2

http://www.icnirp.de/documents/LFgdlpor.pdf

Com o decorrer dos anos, diversas vezes se tentaram baixar estes valores por serem excessivamente altos, e se veio a verificar cientificamente que não protegem as populações.  Por quê?  Eles foram recomendados numa época em que o mundo não usava as tecnologias de hoje, nem no volume crescente de agora.  Os valores foram baseados em ensaios com humanos referindo-se apenas aos efeitos de aumento de temperatura por curto espaço de tempo, e considerando que as radiações eram não ionizantes.

Naquela época ninguém pensou nos efeitos de longo prazo, para uma exposição permanente como hoje se verifica.

Os valores limite foram muito debatidos em varias oportunidades, e desde 2009 que organizações como a Bioinitiative e Nex-Up aconselham outros valores baseados e apoiados pela comunidade científica centrada na verdadeira proteção das pessoas.

http://www.bioinitiative.org/                http://www.next-up.org

A evolução é tão rápida que os valores pugnados uns anos atrás de CEM para a inteira gama de frequências: 0,6 V/m ou 1 mW/m2 ainda que 100 ou 10.000 vezes menores,  não são protetores.

A comunidade científica recomenda hoje o uso de valores que garantam mais eficazmente a proteção das populações,  resgatando o valor de Salzburg 2002, para uso na ocupação em espaços interiores:

CEM na completa gama de frequências:  0,02 V/m ou 1 µW/m2

Há já até já um movimento científico para reduzir este valor 10 vezes…

http://www.powerwatch.org.uk/science/intguidance.asp

O que parece muito estranho, é que nunca ninguém tenha pensado tornar público de que, por exemplo: para fazer tocar um telefone celular, só é necessário 1 nW/m2 (um nano watt por metro quadrado) de sinal, quando nosso telefone tem apenas um pauzinho.         No entanto, o valor médio da densidade de potência irradiada, numa cidade como São Paulo na rua, pode ser da ordem dos 2 a 15 mW/m2, ou duas a 15 milhões de vezes mais do que 1 nano Watt que faz o telefone tocar.

Se fosse respeitado o limite de 1 µW/m2  (ou 1.000 vezes mais do que o necessário para o telefone tocar), porque as operadoras nos bombardeiam 24 horas por dia, com sinais de muitos milhões de vezes mais fortes do que o necessário?

A lei permite, seguindo o ICNIRP, que as antenas emissoras de sinal do celular, cheguem a emitir até um máximo de 8 a 10W/m2 (conforme as frequências) ou seja:     8 a 10.000 mil milhões de vezes mais do que o necessário para o telefone tocar.

 

 COMO NOS PROTEGER

 Com este cenário torna-se óbvio que, quando aceitamos os riscos potenciais para a saúde, independentemente se existe ou não relação entre a exposição a radiações de campos eletromagnéticos e os sintomas de doença, devam ser adotadas medidas de precaução para reduzir os riscos eventuais.

MEDIDAS DE PRECAUÇÃO:

  •  Evitar ter aparelhos elétricos ligados nas tomadas quando não estão em uso.
  • De preferência não cozinhe em micro-ondas, porque ele também altera a estrutura molecular dos alimentos. Mas se tiver que usar, saia da cozinha enquanto ele funcionar.
  •  Afaste abajures ou despertadores da sua cabeceira para o mais longe que seja possível.
  • Não use lâmpadas de halogênio com transformador e não use lâmpadas econômicas, porque tem radiação muito forte e “sujam” a rede elétrica. Prefira lâmpadas incandescentes ou as novas lâmpadas LED.
  •  Não use telefones portáteis, especialmente os DECT, porque emitem radiação muito forte, mesmo quando não estão em uso. Dê preferência ao telefone fixo.
  •  Use o seu telefone celular afastado do corpo e só use junto do ouvido pelo tempo mínimo de comunicação.
  •  Limite o uso do celular, não fique conversando, para isso use o fixo.    Dê preferência à viva-voz ou mãos livres se possível.
  •  Não use o celular dentro do carro, ônibus ou trem. A blindagem metálica faz com o celular aumente a sua potência para poder transmitir. Pare e use apenas ao ar livre, a menos que seja uma emergência.
  •  Não use o Bluetooth, ele transmite usando micro-ondas, e ainda que o sinal seja muito fraco é a longa permanência ao ouvido que prejudica.
  •  Não deixe o celular perto de si durante a noite.
  •  Evite usar aparelhos “sem fios”. Eles usam micro-ondas para se comunicarem entre si. Prefira ligações com fio.
  •  Use internet com cabo (Ethernet) ligado direto no modem. Não use Wi-Fi.     As radiações dos telefones DECT e Wi-Fi são muito fortes, atravessam as paredes e têm alcançe de até 50 metros. Mas se não tiver outro jeito, desligue logo que seja possível. De noite, deixe sempre desligado. Pense nos vizinhos…
  •  Não use o laptop com Wi-Fi, use o cabo de ethernet ligado ao modem ou pode usar a alternativa “Powerline”, que usa a instalação elétrica como rede de transmissão, podendo ligar o computador com fio a qualquer tomada perto.
  •  Não use o laptop nos joelhos. Afeta os orgãos reprodutores.
  •  Se usar o laptop com cabo, não esqueça desligar o Wi-Fi do computador apagando aquele símbolo azul do Wi-Fi. Quando desligado ele fica laranja. Se não, está sendo irradiado pelo próprio laptop. E poupa bateria.
  •  Atenção grávidas. Não usem o laptop sobre a barriga, nem Wi-Fi. Como é obvio o neném será muito afetado. Quando ele nascer, não usem aquele monitor, para vigiar o berço. Usa comunicação sem fios com radiação muito forte.
  •  Procure proteção das radiações que vem de fora. Há cortinas de tecido especial, com fios de cobre e prata que bloqueiam as radiações.
  •  Também há dosseis (mosquiteiros), que cobrem as camas, com os mesmos tecidos, fazendo gaiola de Faraday e protegendo nosso sono.
  •  As paredes podem ser pintadas com tintas especiais à base de carbono, que cortam mais de 99% das radiações que venham do exterior.
  •  Com estes tecidos especiais de alta proteção podem ser feitas roupas de proteção. Para as grávidas a proteção é quase indispensável.
  •  Há filtros especiais para colocar nas tomadas, que limpam e bloqueiam a “eletricidade suja”
  •  Não usar roupas de tecidos sintéticos, porque favorecem a produção de eletricidade estática. Melhor usar roupas confecionadas com tecidos naturais.
  •  Preferir a ingestão de produtos frescos (frutas, verduras, hortaliças), evitar frituras, produtos industrializados e refinados. Lembre, não cozinhe no micro-ondas, se puder.
  •  Ande decalço sempre que possa, isso descarrega e nos liga com a Terra.

Tudo isto pode aliviar a carga sobre nosso sistema imunológico,  protegendo a nossa saúde.

 

Videos da Electromagnetic Health.Org, do encontro de cientistas em 2010:

Sissel Halmoy:   http://vimeo.com/17250790

Eileen O’Connor:   http://vimeo.com/17271105

 

 A QUEM PODE INTERESSAR ESTE ASSUNTO:

Este assunto, pela importância que tem para a saúde pública, necessita divulgação imediata, não só para a população em geral, mas também para muitos setores da sociedade e profissionais que devem aproveitar do seu conhecimento.

O seu âmbito cobre muitos setores da sociedade, mas tem particular importância para:

MÍDIAPela sua função de informar, pesquisar e esclarecer.

CLASSE MÉDICAPela explicação de sintomas clínicos não relacionados com causas evidentes. Experiências com pessoas comprovando alterações na presença de radiações.

HOSPITAIS E CLÍNICASPara entenderem como os espaços de tratamento podem estar a alterar a evolução de doenças graves, pela presença de radiações artificiais eletromagnéticas.

ARQUITETOSPara incorporação nos seus projetos de formas de bloqueio de radiações nocivas e entender as mecânicas de proteção.

PROJETISTAS ELÉTRICOS Para utilizar novas técnicas de proteção e blindagem de circuitos e conhecimento do uso de disjuntores no load.

EMPRESASPara aumentar o bem estar e melhorar a produtividade de seu staff.

PESSOAS ELETRO SENSÍVEISPara o entendimento das causas de sua perda de bem estar e sofrimento constante.

HOTÉIS Para melhorar o conforto de seus hospedes e entender e considerar a proteção dos edifícios contra as radiações que entram do exterior, bem como modificar os conceitos de utilização de áreas com Wi-Fi.

JARDINS DE INFÂNCIA E ESCOLASPela importância de preservar os mais novos, porque seus corpos ainda estão em formação e são muito mais sensíveis.

CENTROS DE TREINAMENTO E ACADEMIASPara entender como melhorar o   desempenho de atletas, eliminando campos eletromagnéticos. Entender como as esteiras de treino, por exemplo, com seu motor elétrico, aumentam a eletricidade suja, podendo fazer subir o índice glicêmico do utilizador.

 PÚBLICO EM GERALPara o entendimento da mecânica de como esta contaminação de radiações enfraquece o sistema imunológico, afetando a saúde.

A divulgação deste assunto deveria como é óbvio, ser uma obrigação de todos, como forma de cidadania.

 

Estou ao dispor para qualquer consulta ou esclarecimento do assunto desta matéria, e também para consultas ou visitas para medições de radiações em qualquer lugar do Brasil ou em Portugal.

Contato:   e-mail: eugenio.lopes2@gmail.com.br

Telf. Portugal:  +351  919 115 237

Telf. Brasil:  +55  11   974 950 188

ELECTROSMOG ou POLUIÇÃO ELECTROMAGNÉTICA – UMA AMEAÇA ?

Os nossos corpos estão constantemente expostos a radiações provocadas pelo homem, desde os telefones portáteis aos telefones móveis, passando pelas linhas de alta tensão, antenas e rêdes Wi-Fi e  redes eletricas sujas.

Com o este blog, pretendo abordar informações que me parecem pertinentes para que possamos decidir como conviver com o ElectoSmog, pois não há qualquer dúvida que temos de conviver com esta nova forma de poluição  não podendo  prescindir das vantagens das novas tecnologias, das quais até já dependemos.

Não é minha intenção criar polémica,  mas sim despertar a atenção para os potenciais riscos da existência deste perigo invisível.

Cientistas emergentes tem vindo a alertar para os efeitos biológicos adversos, causados por este cocktail de radiações electromagnéticas e pedem mais urgentes pesquisas a entidades como a Organização Mundial de Saúde, Parlamento Europeu e Governos.  Na minha opinião,  devemos agir agora, em vez de ficar à espera dos resultados cientificos definitivos, e aplicar o Pricípio da Precaução, limitando ao máximo a nossa exposição aos potenciais efeitos negativos.

Saiba mais em:   www.icems.eu

O esforço da Eurodeputada Frédérique Ries, resultou na ” RESOLUÇÃO DO PARLAMENTO EUROPEU de 2 de ABRIL DE 2009″  sobre as Preocupações com a saúde associadas aos campos electromagnéticos. Processo 2008/2211 (INI)  AprovaçãoP6TA (2009) 0216.

http://www.europarl.europa.eu/sides/getDoc.do?pubRef=-//EP//TEXT+REPORT+A6-2009-0089+0+DOC+XML+V0//PT

Autor:   eugenio.lopes2@gmail.com

Eletrosensibilidade é o nome dado às condições que causam em cada um de nós, a perda de bem-estar provocada pela poluição electromagnética.  Nós sabemos que qualquer fio elétrico ligado à corrente, se fôr tocado produz um choque, mas se o fio estiver isolado, não apanhamos choque e não representa perigo.  Na verdade, qualquer fio ligado a uma rede eletrica, produz um campo electromagnético no nosso corpo, usando o mesmo principio do wireless ( sem fios ), e cada pessoa reage de modo diferente aos efeitos desta eletricidade induzida.  Todos somos sensíveis a estes campos elétricos duma forma ou de outra,  mas a pergunta fica….Quanto sou eu?   Embora possam ser feitas medidas com aparelhos sofisticados, podemos fazer um simples teste da nossa sensibilidade,  para saber da nossa propensão para ser afetado.

Veja se eventualmente sente qualquer dos sintomas que se seguem: Durante longas viagens de carro sente-se letárgico, cansado, com dores de cabeça ou migraine – Depois de longos periodos do uso de telemóvel ou telefone portátil em casa, sente dores de ouvido, ardôr  ou dores de cabeça – Quando acorda, sente-se como não tivesse dormido bem – Sofre regularmente  de insónia, dores de cabeça, depressão, irritabilidade, comichão na pele, náusea, tinitus ou apitos no ouvido?. Se não tem qualquer destes sintomas, sinta-se muito feliz por estar de esplêndida saúde. Se tem alguns destes sintomas, deveria procurar mais informações sobre os efeitos nocivos do ElectroSmog,  mas se tem bastantes destes sintomas, a sua saúde está em perigo, e deveria dar-lhe atenção imediata. 

Saiba mais pelo:    http://www.bioelectrichealth.org/voltage.htm

Os sintomas duma electrosensibilidade alta podem manifestar-se por problemas: FÍSICOS - Dificuldades com o sono, Acordar de noite varias vezes; Agitação; Sentir que não se  descançou bem; Cansaço anormal, Fraqueza; Tremores ou Tonturas; Dores de Cabeça por vezes fortes ou severas; Pele sêca ou com comichões, irritações escamas ou sensações de bichos a andar pela pele; Arritmias na pulsação, Subidas de tensão;  Dificuldades de visão, irritação e vontade de coçar os olhos;  Dores nas articulações, ossos, nos braços ou nas pernas, Caìmbras nos braços ou pernas.   COGNITIVOS - Perdas temporárias de memória ; Faltas de concentração ; Dificuldades de aprender coisas novas.  EMOCIONAIS - Alterarações de comportamento ; Depressão ; Mudanças de humor.

 

QUE TIPO DE PROBLEMAS PODEM CAUSAR ESTES CAMPOS?  - O sistema nervoso humano, trabalha com impulsos elétricos de muito baixa voltagem, e por isso, os campos induzidos no nosso corpo, causam fatores de desequilíbrio que explicam os vários tipos de sintomas e perturbações.  E donde surgem estes campos elétricos que fazem elevar nossa Voltagem Corporal?    Na maioria das vezes, eles são induzidos pelas cablagens elétricas que correm dentro das paredes, das nossas casas ou escritórios, ou muitas vezes pelos fios das extensões dos aparelhos que temos à nossa volta. Outra fonte destes campos, pode ser das cablagens no chão, ou no teto do vizinho de baixo, ou podem ser gerados por linhas de distribuição elétrica que passam perto da casa, linhas de alta tensão, linhas de elétricos ou comboios, tranformadores de potência ou sub-estações de distribuição, antenas de telemóveis e outras fontes diversas.

PESQUISAS ESTÃO LIGANDO AUTISMO A CAMPOS ELÉTRICOS E ELECTROMAGNÉTICOS, afirma o Dr. Dietrich Klinghardt, MD, PhD da Academia Neurobiologica de Klinghardt, Sussex UK..  Veja mais em: http://www.klinghardtacademy.com/

Autor: eugenio.lopes2@gmail.com

ELETRICIDADE SUJA -   Está  à nossa volta desde a existência da eletricidade, e  tem aumentado, nos ultimos tempos de forma muito significativa.    Os aparelhos que mais a produzem são os pequenos transformadores, os adaptadores que equipam muitos dos nossos aparelhos atuais, as lampadas económicas ( CFL ,Compact Fluorescent Lamps ), dimmers abaixadores de luz TV’s,  computadores,  etc.

Os componentes biologicamente ativos da “eletricidade suja”, são as correntes transientes e harmonicas que circulam nas cablagens. Estas componentes de radio frequência são as que causam os mesmos inconvenientes que as comunicações sem fios.  Um estudo do Dr.Sam Milham, publicado recentemente no American Journal of Medicine, em 2008, alerta para a preocupação de que estas voltagens transientes e de alta frequência , que circulam nos fios de abastecimento elétrico, são causadores potenciais de doenças nas populações expostas a estas radiações.

COMO SOMOS AFETADOS? Novas evidências mostram que a “eletricidade suja” é  biologicamente ativa , e o seu efeito sobre a nossa saúde é tão forte que não podermos dar-nos ao luxo de o ignorar.  É um dado adquirido que estamos rodeados por esta influência nociva, o que provavelmente quere dizer que podemos já estar a ser afetados, com sintomas menores ou maiores da deterioração da nossa saúde.  Pesquisas mostram que a “eletricidade suja” pode estar a ser responsável pelo aumento de doenças como: CANCRO, DIABETES,ASMA, ESCLEROSE MULTIPLA, ARRITMIA, BRONQUITE, AUTISMO. Outros sintomas e transtornos causados pelos seus efeitos são: INSONIA, PERDA DE MEMORIA, FALTA DE CONCENTRAÇÃO, ANSIEDADE, DEPRESSÃO , ALTERAÇÕES NEUROLOGICAS, ALTERAÇÕES NO SANGUE, DORES DE CABEÇA, NAUSEA e outros.  Nos ultimos anos, tem havido um significante aumento destes transtornos e doenças, e os profissionais de saúde não afastam a possibilidade de que o aumento do uso de  tecnologias elétricas e eletronicas, possam ter grande parte da responsabilidade.  Está na altura de tomar consciência destes factos, e tomar medidas para que as cablagens elétricas que nos rodeiam, não nos usem como antenas captadoras recebendo no nosso corpo os efeitos e perturbações induzidas pela “eletricidade suja”.   Para reduzir estas emissões, seria aconselhavel seguir os passos que recomendamos, para melhorar a saúde e aprender a nos defendermos da era da “Era da Eletricidade Suja e do Wireless”.

COMO LIDAR COM A ELETRICIDADE SUJA – Há maneiras de poder reduzir os níveis desta poluição dentro dos nossos ambientes.  Pode ser tão simples como substituir as nossas lampadas “ditas económicas” por lampadas incandescentes, uma vez que as lampadas fluorescentes compactas (CFL) , que nos apregoam com “economicas”, criam nos circuitos elétricos, frequências altas e nocivas, emitem UV, contém Mercurio, e tem uma cintilação de frequência tão alta que confunde nosso cérebro.  Tambem pode ser que altos niveis de poluição sejam devidos  à proximidade de fontes externas de produção de altas frequências, como postes com antenas de telemóveis, ou porque os vizinhos possuam aparelhos que contaminem os circuitos e cablagens elétricas.

Aconselhamos medições dos ambientes de trabalho e quartos de dormir, onde se passam grandes periodos de permanência, e assim determinar os niveis  de poluição existentes.   Veja como:    www.dirtyelectricity.org

 Autor:  eugenio.lopes2@gmail.com

 

ANTENAS DE TELEFONIA MÓVEL  -  WI-FI e WI-MAX ( Acesso à Internet em casa e nas cidades)  -  COMPUTADORES PORTÁTEIS ( e sua ligação móvel à Internet )  -  TELEFONES PORTÁTEIS SEM FIOS ( DECT )  -  INTERCOMUNICADORES SEM FIOS para bébés  -  SISTEMAS DE ALARME DIGITAIS sem fios

Qualquer destes aparelhos, utilizam uma forma de comunicação de radio frequência, usando ondas de comprimento muito baixo  (Micro-Ondas ).  Estas radiações afetam umas pessoas mais do que outras, como aquelas que são mais alérgicas a alguns alimentos do que outras.

Enquanto continuam debates, entre aqueles que acreditam que foram afetados pela exposição a este tipo de radiações, e aqueles que protegem ou ganham grandes fortunas, apoiando-se na ingenuidade  e passividade das populações, uma questão se levanta: QUE PODEMOS FAZER?

Se ignorarmos o debate e aceitarmos que “não há fumo sem fogo”, parece fazer sentido simplesmente não ignorar a crescente preocupação que este assunto involve. Assista ao video:    http://www.youtube.com/watch?v=wFpoG-vUffU

 

EFEITOS DAS COMUNICAÇÕES WIRELESS NA NOSSA SAÚDE  – Enquanto todos discutem se há ou não efeitos nocivos provocados pela tecnologia sem fios, faz todo o sentido não ignorar a preocupação crescente de que esta nova forma de poluição electronica, possa provocar graves implicações na saúde do mundo moderno a longo prazo.

Há muitos estudos recentes que poderia citar, e que apontam para um nivel crescente de transtornos de saúde como :  INSÓNIA, MÁ QUALIDADE DO SONO, DORES DE CABEÇA, ENXAQUECAS, DEPRESSÃO, FALTA DE CONCENTRAÇÃO, AGRESSIVIDADE, ALTERAÇÕES NO SANGUE, PALPITAÇÕES, ALERGIAS NA PELE, ETC,ETC, ETC.


O Dr. George Carlo ( do Safe Wireless Iniciative ) acredita que , o “endurecer das células” de algumas pessoas, se deve a que as células humanas reconhecem as emissões das antenas de telemóveis, como um ataque, reagindo “fechando-se em si próprias” e impossibilitando a entrada de nutrientes.  Esta incapacidade celular, pode explicar as queixas das pessoas que habitam perto de antenas de telemóveis e que sofrem de dores de cabeça, doenças do foro neurológico, e até mesmo leucemia.   Outra teoria, é que nosso cérebro confunde as frequências elevadas das antenas, como uma forma de luz intensa, causando inibição do cérebro de produzir melatonina, que é uma hormona libertada à noite, induzindo ao sono, acalmando as células  e equilibrando o sistema imunitário.     Veja o videodo Dr.Carlo:   http://www.youtube.com/watch?v=2GD_BKTWyTY

ESTAMOS REALMENTE DANDO OS PRIMEIROS PASSOS PARA ENTENDER ESTAS TECNOLOGIAS,  MAS HÁ PROVAS E EVIDENCIAS QUE NOS LEVAM A ENCARAR COM SERIEDADE A TOMADA DE MEDIDAS RESPONSÁVEIS PARA A NOSSA PROTEÇÃO.

 Autor:  eugenio.lopes2@gmail.com